Direção Musical

A direção musical deste projeto estará a cargo do nosso diretor artístico Tiago Brás.

Natural de Braga, Tiago Brás (n. 1999) é licenciado em Música pela Universidade do Minho e concluiu o Mestrado em Ensino de Educação Musical no Instituto Politécnico de Bragança.

A sua formação tem sido enriquecida por masterclasses com prestigiados maestros como José María Moreno, Pedro Neves, José Rafael Pascual Vilaplana, David Azurza, Douglas Bostock, Filipe Fonseca e François Boulanger. Atualmente, mantém uma formação contínua em direção orquestral com o Maestro Jan Wierzba.

Tiago Brás tem marcado presença em diversos projetos de relevo Nacional como maestro assistente, entre os quais se destacam a produção operática Madrugada – As razões de um movimento (MPMP, 2024), trabalhando com a Orquestra do Algarve e a Orquestra Filarmonia das Beiras, o estágio da Orquestra de Jovens dos Conservatórios Oficiais de Música (OJ.COM, 2024), o Festival Informal de Ópera (FIO, 2023) e a produção Delícia de Morangos e Chantilly (2023) — composta pelo compositor Bracarense vencedor dos prémios Play Vodafone – Pedro Lima — coproduzida pela Banda Sinfónica Portuguesa e o Quarteto Contratempus, na Casa da Música, Porto.

Desde 2023, é assistente musical na Casa da Música. Foi também convidado a dirigir a Banda Sinfónica Portuguesa, tornando-se o maestro mais jovem a assumir essa responsabilidade.

Além da sua atividade enquanto maestro, Tiago Brás é professor na Academia de Música da Casa do Professor, membro da organização do Festival Internacional de Órgão de Braga, e presidente da Associação Cupio Musicorum. Em 2025, com apenas 25 anos, dirigiu e produziu a gravação de um CD com uma orquestra profissional de sopros por si criada, no âmbito de um projeto da Associação Cupio Musicorum.